09/01/2018 às 09:54:00

Semadi quer criar selo de qualidade municipal para facilitar a comercialização de abacaxi e maracujá

Proposta é dar apoio técnico aos produtores para o processamento das frutas, certificação e meios que garantam a competitividade dos produtos

Glaucia Piovesan
Foto: João Claudio

A equipe técnica da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Integrado se reuniu na manhã desta segunda-feira (8) com a vigilância sanitária e agricultores familiares do assentamento Santa Olga para encontrar uma solução viável para a comercialização de abacaxi e maracujá dos produtores locais, além de meios para garantir a competitividade dos produtos.

De acordo com informações do secretário da pasta, Hernandes Ortiz, os agricultores têm dificuldades para comercializar toda a produção, que atualmente é de 150 toneladas de maracujá e 70 toneladas de abacaxi. A venda dos produtos é feita, exclusivamente, in natura.  

A proposta da administração é eliminar os gargalos na comercialização da produção com a criação de um selo de qualidade e inspeção municipal que autorize a venda nos estabelecimentos comerciais locais, sem nenhuma restrição. Além disso, dar apoio técnico para que possam fazer o processamento dessas frutas, de modo que possam comercializar a “polpa” por um período mais longo e, com isso, agregar mais valor no mercado.

“Estamos estudando a legislação para verificar de que maneira a certificação deve ser feita no âmbito municipal, de modo a garantir a competitividade dos produtos. Este é o primeiro passo para colocar o maracujá e do abacaxi produzido pelos nossos agricultores familiares nos supermercados, quitandas e conveniências da nossa cidade”, declara Ortiz.

Participaram da reunião, três representantes do Santa Olga (Aparecido, Osmar e Amancio), um representante da vigilância sanitária (Vitor) e três técnicos da Semadi (Juliana, Liliane e Paulo).

Para o secretário, neste cenário de competitividade, a criação do selo de qualidade constituirá um avanço importante para os produtores do Santa Olga e região. “A certificação é fundamental para a maior inserção das frutas dos nossos agricultores familiares em mercados que remuneram melhor, possibilitando o aumento da receita das famílias mediante o atendimento à crescente demanda por alimentos de qualidade”, completou o gestor.


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