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Dentro da estratégia da Campanha “Maio, mês da mulher trabalhadora” estão previstas abordagens e palestras em grandes empresas e a distribuição de panfletos sobre a temática

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William Gomes

A fim de promover debates e compartilhamento de informações sobre assédio moral e sexual no trabalho, a Secretaria Executiva de Políticas Públicas para a Mulher convidou o advogado Alan Fabrício para a realização de uma palestra sobre essa temática para as servidoras municipais da Prefeitura de Nova Andradina.

A palestra foi realizada na manhã desta quarta-feira (11), com a presença da primeira-dama Joana Darc Bono Garcia, da secretária Julliana Ortega e das funcionárias de diversos setores como saúde, educação, assistência social, procuradoria, desenvolvimento integrado, entre outros. 

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William Gomes

A iniciativa faz parte da Campanha “Maio, mês da mulher trabalhadora”. Segundo a secretária Julliana, a estratégia do governo municipal é fazer abordagens individuais e palestras com especialistas nas empresas de grande porte, com o intuito de desmitificar o assunto, tirar dúvidas e incentivar as denúncias.

“Anualmente, temos dedicado este mês para a promoção de palestras nas destilarias, frigoríficos, prefeituras e outras empresas em que existe um predomínio de homens para que eles entendam que assédio moral e sexual no trabalho é crime. As mulheres não podem se calar, tem que ser destemidas e ter coragem de denunciar”, frisou Julliana Ortega.

A secretária destacou o trabalho realizado pelo CRAM, Delegacia da Mulher, poder judiciário, e demais instituições que fazem parte da rede de apoio e combate à violência contra a mulher, e agradeceu o advogado Alan Fabricio, representante da Ordem do Advogados da 7ª subseção de Nova Andradina.  

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William Gomes

Sempre atuante nas ações voltadas à mulher, a primeira-dama Joana citou o crescimento de casos de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho e da importância de incentivá-las a denunciar esses casos. “O medo de não haver punição aos agressores, de ser demitida, muitas vezes, fazem com que a mulher não faça a denúncia. Estamos em 2022, queremos igualdade de direitos, queremos ser respeitadas. Só com a confiança nas instituições e a conscientização de que sem denúncia não tem como se fazer justiça, a realidade não vai mudar”.